Cultivo do agrião

Cultivo do agrião

Cultivo e características do agrião


O  agrião Nasturtium Officinale é uma planta rústica e resistente que atinge de 10 a 20 centímetros. É uma planta herbácea perene, semi aquática, fácil de cultivar. É um  legume de folhas ovais de um verde forte com muitas vantagens para a saúde (Benefícios do agrião). Trata-se de um vegetal com um sabor picante muito apreciado em saladas, sandes, sopas e ultimamente entrou na nova moda dos sumos detox.

Onde plantar o agrião de água 


Gosta de solos húmidos e frescos, argilosos ricos em matéria orgânica, com o PH entre os 6 e os 6,8
Aprecia climas amenos, com temperaturas noturnas situadas entre os 12 e os 20 graus.
Os canteiros devem ser fertilizados com composto bem curtido, tendo em atenção que o estrume mal concebido pode ser um vector de parasitas em conjunto com as águas estagnadas.

Sementeira e plantação do agrião


O agrião poder ser semeado em canteiros ou cuvetes para posterior plantação , ou pode ser semeado diretamente no local definitivo.
A semente deve ser enterrada a uma profundidade de 0,5 centímetros.
Para uma boa germinação a terra deve ser mantida sempre húmida.
O espaçamento entre as plantas deve ser de 20 a 25 centímetros.
Também é possível a sua multiplicação por meio de  de estacas.

Tratos culturais do agrião


Quando a plantação do agrião é feita em valas ou outra zonas inundadas deve-se ter especial atenção a evitar águas estagnadas.
Na plantação em canteiros deve-se ter o cuidado de fazer regas frequentes, de forma a nunca deixar a terra secar e manter o solo encharcado.
Fazer o controle de ervas daninhas para evitar a concorrência com as plantas.
A colheita do agrião dá-se normalmente 60 a 80 dias após a sementeira.

Curiosidades do agrião Nasturtium Officinale


O agrião não se fica apenas pela alimentação humana, também são dados aos animais. Há quem forneça agriões aos pintos nos primeiros dias de vida, alegando que crescem mais fortes e saudáveis.

Nomes populares: Agrião aquático, agrião da água, mastruço dos rios, rabaça dos rios, agrião da ribeira, agrião das fontes, cardamia jontana, cresson (francês), water-cress (inglês), crescione (italiano).

Foto pixabay

Lepra nos coelhos

Prevenção da lepra dos coelhos

Características e prevenção da lepra nos coelhos


A mixomatose , conhecida vulgarmente por lepra dos coelhos é uma doença transmitida por um vírus, que raramente têm cura e que leva na maioria das vezes à morte dos coelho de 4 a 8 dias. Normalmente há sempre animais que resistem à doença, encontrando-se estes numa percentagem muito reduzida.

Esta doença é altamente contagiosa, normalmente é transmitida por contacto directo ou pela picada de insectos como por exemplo o  mosquito, os ácaros, as  caraças e as pulgas. Estes insectos alimentam-se do sangue do animal e podem manter o vírus activo durante meses.
Os meses quentes e húmidos, são os mais propícios a surtos epidémicos.

Os sintomas da mixomatose, caracterizam-se por corrimento nasal que vai aumentando gradualmente, inflamação e congestão ocular  com secreção purulenta,  formação de tumores na base  das orelhas, do nariz e da boca e cabeça inchada. Com a evolução deste quadro todo o corpo acaba por ficar afectado, principalmente os órgãos genitais e o ânus.

Prevenção da mixomatose


A melhor forma de prevenir a mixomatose é a vacinação, que pode ser feita logo a partir de um mês de idade, com continuação semestral. Contudo não é totalmente eficiente.
Prevenir os mosquitos nas zonas de alojamento  é outra medida importante, que pode ser feita com garrafas mosquiteiras.


Leia mais sobre a mixomatose


Tratamento da lepra dos coelhos