Rosinha de sol - Aptenia cordifolia

Cultivo da Rosinha de sol - Aptenia cordifolia
A Aptenia cordifolia, conhecida de um modo popular por rosinha de sol e pertence à família Aizoaceae. Nativa de Africa do Sul e Suazilândia.
É uma planta  herbácea suculenta, de ciclo perene, com hábito rasteiro, que pode chegar aos 15 cm de altura.

As suas folhas são espessas e suculentas, capazes de armazenar uma boa quantidade de água. São ovais, com um verde claro intenso e brilhante, também existe uma variedade de folhas variegadas, que apresentam as bordas brancas. As flores são delicadas e muito atrativas, lembram pequenas margaridas, com tonalidades entre o branco, rosa e vermelho .

São indicadas a vasos suspensos, jardins verticais, canteiros de jardim ou floreiras. Quando suspensa ela chega a alcançar 3 metros de comprimento. No chão ela cobre rapidamente o solo impedindo a invasão das ervas daninhas.

É uma planta com grande capacidade de resistência, persiste aos períodos de seca, à poluição das cidades, insolação e à salinidade dos ambientes marítimos.

Como cuidar a rosinha de sol (Aptenia cordifolia)


 Luz: As rosinhas de sol preferem sol pleno, porém adaptam-se à meia sombra, mas uma menor densidade da floração. Quanto expostas ao sol as folhas são pequenas e espessas, quando colocadas em ambientes mais sombrios as folhas tendem a apresentar tamanhos maiores e mais finas.

 Temperatura- A rosinha de sol aprecia temperaturas amenas durante todo o ano, apesar de suportar calor intenso. Tolera o frio mas não sobrevive ás geadas, no Inverno a planta tende a sofrer e adquire um aspeto menos vistoso.

 Regas: As regas devem ser moderadas, deixando secar bem a superfície da terra entre as regas. Tal como as outras suculentas, ela aguenta muito tempo sem água.

 Solo:  Aprecia substratos ricos com uma percentagem de areia de construção lavada, na percentagem de 2 partes de substrato para uma parte de areia. Solos encharcados não são indicados á planta.

 Fertilização: As rosinhas de sol são pouco exigentes em adubação, porém administrar-lhes um fertilizante rico em fosforo a cada 2 meses, favorece a floração da planta.

 Poda: O corte dos ramos da rosinha de sol estimula novas rebentações. É recomendado uma poda de limpeza, a eliminação de ramos secos ou o alinhamento dos ramos, principalmente no fim do Inverno.

➢ Multiplicação: Propaga-se por semente, estaquia e mergulhia. Quando os ramos da planta encostam na terra têm tendencia em enraizar, é portanto muito fácil encontrar estacas já com raiz formada.

Curiosidades sobre a rosinha de sol


A floração dá-se de num modo mais intenso da Primavera até ao fim do Verão. Contudo durante o Inverno também aparecem umas flores ocasionais. As flores só abrem durante o dia, assim que os raios solares começam a dissipar, elas fecham-se. A polinização é realizada por abelhas e besouros.

Em alguns locais é vista como uma erva daninha, devido à sua capacidade de resistência,  fácil propagação e rápido crescimento, ela consegue dominar uma grande área, impossibilitando ouras plantas de sobreviver.

A rosinha de sol não é apenas uma planta ornamental, as suas folhas são comestíveis e podem ser consumidas tal como as folhas de espinafre.

Nomes populares: Rosinha de sol, rosinha da praia, aptênia, maringá, sunrose (Inglês), rocío (Espanhol).

Propriedades medicinais da rosinha de sol


A rosinha de sol também têm usos medicinais. Com base num artigo publicado no: Journal of Pharmacognosy ande Phytochemistry, a Apténia cordifolia têm uma forte atividade anti inflamatória.
No modo curativo é usado o cataplasma feito a partir das suas folhas sobre as feridas e outras lesões. e como desodorizante.
No mundo esotérico a planta é usada como amuleto de amor e boa sorte.

Imagem: pt.wikipedia.org/wiki/Aptenia_cordifolia

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