Colar de pérolas - Senecio rowleyanus

Colar de pérolas - Senecio rowleyanus
Nome cientifico: Senecio rowleyanus
Origem: Africa
Ordem: Asterales
Família: Asteraceae
Gênero: Senécio
Ciclo de vida: Perene
Nomes populares: Colar de pérolas, rosário, tercinho, pérola verde, ervilhas da sorte.
Categoria: Cactos e suculentas

Esta suculenta desenvolve numerosos caules compridos guarnecidos com folhas esféricas que lembram um colar ou um rosário. A forma globosa das folhas permite minimizar a área de superfície e deste modo conservar mais água. As bolinhas verdes (folhas) possuem uma faixa transparentes, que permite a entrada da luz no seu interior e aumenta a capacidade de fotossíntese.
A floração não é muito vistosa, mas liberta um delicioso aroma a canela. As flores são pequenas e brancas, com estames de cor purpura. O florescimento não ocorre em todos os ambientes, é preciso determinadas condições como boa exposição solar e bom arejamento, além disso é necessário que a planta atinja a maturidade.
É referenciada como uma planta toxico, embora o estudioso Gordon Rowley afirme que ela é inofensiva.

Modo de cultivo do Colar de pérolas - Senecio rowleyanus


Condições favoráveis: Aprecia climas amenos com temperaturas acima dos 5º. O local de cultivo ideal é em ambiente de boa luminosidade, evitando o sol direto. Nas épocas frias é conveniente proteger a suculenta das chuvas excessivas e do frio, ela não  tolera o excesso de humidade, nem a geada.

Transplante do colar de pérolas: O recipiente não necessita de ser profundo, mas deve ter a boca larga. Coloque no fundo material drenante como argila expandida, placas de esferovite, casca de árvores, entre outros. Use um substrato poroso com boa capacidade de drenagem como o substrato de cactos e suculentas ou misture um húmus de minhoca com composto orgânico e areia em partes iguais.

Rega do colar de pérolas : A rega deve ser regular, desde que o substrato seque bem entre uma rega e outra. No Inverno reduza a quantidade de água, de modo a prevenir o aparecimento de fungos. Tal como a maioria das suculentas, ela não gosta de excesso de água.

Manutenção do colar de pérolas: Ela não requer poda, porém se ramos ficarem muito desproporcionais, pode cortar e aproveitar para fazer a propagação de novas mudas.

Multiplicação do colar de pérolas: A reprodução é feita por meio de estacas. Coloque uma estaca com pelo menos 10 centímetros de comprimento deitada sobre um substrato poroso, nunca a deixe pendurado.
Se a sua suculenta florir, pode esperar ela dar fruto e recolher as sementes, porém o processo é muito demorado.

Usos paisagísticos: Quando cultivado no chão o colar de pérolas acaba por formar um lindo tapete,  mas é no cultivo de vaso como pendente que ela atinge a plenitude de toda a sua beleza exótica, lembrando colares de pérolas verdes.

Reprodução da orquídea phalaenopsis

Reprodução da orquídea phalaenopsis
Quando somos premiados com com flores maravilhosas é difícil resistir à tentação de multiplicá-las. Assim acontece com a phalaenopsis que oferece uma grande variedade de cores e combinações surpreendentes e quando bem tratadas as flores chegam a durar 3 meses.
Ao contrário de algumas orquídeas, a phalaenopsis não se  multiplica  por meio da divisão, a maneira mais eficaz de o fazer é por meio da estimulação à produção de keikis.
O que é um keiki? É uma nova planta produzida assexuadamente por algumas especies de orquidias e que são geneticamente iguais à matriz.  A palavra Keiki surge do termo havaiano que designa bebé.

Reprodução da orquidea phalaenopsis a partir da haste floral (Keiki)


Após a floração da phalaenopsis dá-se a murcha e queda das flores e fica a haste. Essa haste floral têm uma especie de nozinhos ao longo do seu comprimento. Cada um desses nós está protegido por um fina membrana e quando corretamente estimulados oferecem a possibilidade de formar uma nova planta (Keiki). E como podemos estimular a formação de novas mudas?

Procure colocar a sua orquídea phalaenopsis num local um pouquinho mais sombreado e húmido. Por outro lado existem produtos à base de hormonas próprios para serem aplicados nas gemas da haste floral das orquídeas e estimulá-las a "acordarem", geralmente encontram-se à venda em centros de jardinagem, mas nem sempre é fácil encontrá-los.

Há quem corte a ponta da haste floral antes que as flores abram, com este procedimento esperam aumentar as possibilidades de sucesso, pelo facto de canalizar a energia da planta para a produção de novas mudas. O mais habitual é esperar que as flores murchem e corta-se a haste acima da 3ª ou 4ª gema.  É importante escolher uma tesoura bem afiada e esterilizada. A planta vai interpretar o corte como uma especie de agressão e como instinto ela vai tentar perpetuar a especie.
Ao fim de um tempo pode surgir uma nova muda, caso aconteça destaque-a apenas quando tenham criado pelo menos 3 raízes grandes e as suas folhas estiverem crescidas. Enquanto os keikis estão ligados à planta mãe, recebem os nutrientes e a água através dela, as suas raízes têm apenas uma função secundária, quanto mais desenvolvidos eles se apresentarem, mais chances têm de se adaptarem sozinhos.

Reprodução da orquidea phalaenopsis a partir da haste floral (Keiki)

Como plantar um keiki de phalaenopsis


Quando a nova plantinha atingir o tamanho pretendido, corte o galho em que ela está sustentada e com cuidado gire-a de modo a soltá-la do pedaço do caule floral. Polvilhe canela no corte de separação.
Também pode manter uma parte da haste presa ao keiki e usá-la como tutor de suporte para facilitar a fixação da plantinha ao substrato.
Plante-o numa mistura de substrato de orquídeas, mas rodei-e as raízes com musgo espagnum, porque ele são pequenos e não têm a capacidade de enraizar tão facilmente, quanto um exemplar adulto.
No incio de ciclo é fundamental mante-lo bem irrigado, até ele desenvolver um bom enraizamento. Contudo evite os excessos e o encharcamento, se ficar água retida no cento da planta retire com um pano absorvente, de modo a reduzir as hipóteses de propagação de fungos.

Reprodução da phalaenopsis a partir do corte do rizoma


Neste processo é  importante cortar a orquídea no ponto certo, ou seja deixar pelo menos 3 a 4 raízes com a parte de cima da planta e deixar raízes sadias no solo que possam dar origem à nova planta (Keiki).
Polvilhe o corte da planta com canela em pó, faça-o também no corte da base com raízes que ficaram no vaso. Replante a phalaenopsis  num vaso. Veja aqui: Guia de cultivo da orquídea phalaenopsis
Não mexa nas raízes que ficaram, coloque o vaso num lugar iluminado e regue naturalmente até surgir um keiki. Depois espere que ele alcance um bom tamanho e reenvase-o. Remova as raízes secas e substitua o substrato.

Produzir orquídeas a partir da semente


As orquídeas produzem sementes em capsulas de vários tamanhos, a questão é que a germinação é muito difícil e demorada.O processo é muito trabalhoso e por norma é feito em laboratório com várias condições reunidas.